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	<title>Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel &#187; Trajes</title>
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		<title>Trajes</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 23:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gfpm</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Featured]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p id="internal-source-marker_0.3444376949299053">Os  trajes do Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel procuram  testemunhar o que as pessoas da ilha do Faial vestiam nos finais do séc.  XIX, princípios do séc. XX. Caracteriza-se pela simplicidade,  reflectindo a vivência dos nossos antepassados. Assim, nosso trajar  procura testemunhar as diversas ocupações de outrora, acompanhado dos  devidos adereços, de forma a mostrar o melhor possível àqueles que nos  vêem não apenas os nossos bailhos e músicas mas também o quotidiano das  nossas gentes na época retratada. Esse carácter etnográfico é algo de  que muito nos orgulhamos e trabalhamos com afinco na recolha de  informação em fotografias da época e em conversas com pessoas que a  viveram, para a representarmos o mais fielmente possível.</p>
<p>O  campo fértil dos Açores foi sempre bom para a criação de gado bovino e  para a prática da actividade agrícola. A maior parte da população  faialense ocupava-se dessas funções, razão que explica o facto da maior  parte dos trajes serem de lavradores e camponeses. Os trajes  domingueiros, ou “de ver a Deus” – como na altura se dizia -, também  estão presentes. O destaque vai, no entanto, para o capote e capelo, que  será a principal referência de entre os trajes deste grupo, pelas suas  características particulares.</p>
<p>(clique nas imagens para aumentar)</p>

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	<!-- Thumbnails -->
		
	<div id="ngg-image-22" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/eira.jpg" title="A eira era o espaço de trabalho, mas, ocasionalmente, dava lugar ao lazer, e servia de palco às folgas. A vida nos finais do século XIX, inícios do século XX, no Faial, era dura, e a maioria da população vivia com condições modestas, daí que o trajar do Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel seja maioritariamente constituído pelas roupas de trabalho." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Eira" alt="Eira" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_eira.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-21" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/descasca.jpg" title="O milho destacava-se de entre os cereais, já que era a base da alimentação, através do pão. A descasca do milho era uma das actividades dos camponeses de então. Era feita normalmente ao serão, e todos colaboravam. A ocasião servia também de pretexto para tocar, cantar e, ocasionalmente, bailhar algumas folgas." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Descasca do milho" alt="Descasca do milho" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_descasca.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-24" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/engenho.jpg" title="Depois de descascado, o milho era debulhado, muitas vezes com o auxílio dos engenhos, como o da figura, que separavam os grãos das maçarocas de milho dos sabugos." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Engenho" alt="Engenho" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_engenho.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-17" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/avantajar-milho.jpg" title="Depois dos grãos de milho serem debulhados, e as mulheres aventejavam-nos, isto é limpavam-nos das impurezas passando-os entre o balaio e a rasolha, como está a fazer esta camponesa. A tarefa era feita ao ar livre, para que o vento pudesse limpar as faúlhas que se misturavam com os grãos." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Aventajar milho" alt="Aventajar milho" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_avantajar-milho.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-23" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/eira2.jpg" title="Com os seus trajes de trabalho, feitos de cotim, os homens trabalhavam na eira, utilizando as forquilhas para virar o trigo e o tremoço. A presença indispensável nos dias de calor era a cabaça, com água fresquinha." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Trabalho na eira" alt="Trabalho na eira" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_eira2.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-20" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/carro-de-vacas.jpg" title="O trabalho na terra era diário, e os homens do campo enfrentavam tarefas muito duras na sua labuta. Das alfaias de trabalho, destaca-se o carro de vacas, onde, entre outras coisas, se transportava a lenha. Os animais eram um auxílio precioso em muitas tarefas, como a de lavrar a terra, puxando o arado." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Carro de Vacas" alt="Carro de Vacas" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_carro-de-vacas.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-28" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/ordenha.jpg" title="O gado bovino era muito importante para a vida dos faialenses, não apenas pela força física que emprestava a algumas das actividades do campo, mas também pela carne, e pelo leite e seus derivados. Nesta imagem, vemos o homem do campo a tirar o leite à vaca para uma caneca feita de madeira de cedro. Para resguardá-lo, era comum os lavradores utilizarem fetos ou rocas." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Ordenha" alt="Ordenha" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_ordenha.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-29" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/pescador.jpg" title="O mar dos Açores é um convite à pesca, e esta era também um recurso usado pelas gentes de então: Este é o traje de pescador, com destaque para o seguinte pormenor: por debaixo das calças de cotim, o homem traz as ceroulas. Atenção também para as albarcas, isto é, calçado feito com pele de vaca. Traz o caniço feito de cana de bambu e a canastra, feita em vime, com o peixe fresco dos Açores. " class="shutterset_set_1" >
								<img title="Pescador" alt="Pescador" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_pescador.jpg" width="170" height="128" />
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		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-30" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/pia.jpg" title="Na época que este Grupo Folclórico representa não havia água corrente em Pedro Miguel. Assim, as lavadeiras lavavam a roupa no poço da ribeira ou numa pia de pedra, carregando-a em celhas, feitas de madeira de cedro, ou em trouxas de pano. Atenção para o calçado desta lavadeira: as galochas, feitas também de madeira de cedro." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Pia" alt="Pia" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_pia.jpg" width="170" height="128" />
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		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-25" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/fiandeira.jpg" title="A Ilha do Faial era propícia à criação de ovelhas e, com a sua lã, era feito o agasalho para os dias de Inverno. À fiandeira, cabia transformar a lã em novelos, para depois tricotar meias, coletes, barretas ou camisolas. Nesta imagem, a rapariga da esquerda carda a lã, enquanto a da direita utiliza o engenho para, com o auxílio do fuso, formar os fios." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Fiandeiras" alt="Fiandeiras" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_fiandeira.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/bordadeiras.jpg" title="Uma das ocupações das mulheres eram os bordados, para alindar o lar ou até para vender aos viajantes que vinham nos navios que aportavam à Horta. Dos bordados característicos da ilha, destaca-se o crivo, representado por estas bordadeiras. Atenção para o avental branco, que servia para que o trabalho não encardisse. " class="shutterset_set_1" >
								<img title="Bordadeiras de Crivo" alt="Bordadeiras de Crivo" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_bordadeiras.jpg" width="170" height="128" />
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		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/namoros.jpg" title="Os namoros antigamente eram bem diferentes dos de hoje. Faziam-se à janela ou ao postigo, com autorização dos pais. Nesta imagem vemos um rapaz com o seu traje de domingo, que corteja a namorada à janela." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Namoros" alt="Namoros" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_namoros.jpg" width="170" height="128" />
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	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/traje_domingueiro.jpg" title="O traje domingueiro ou de festa era utilizado pelas pessoas mais abastadas, pois as mais pobres levavam para a missa simplesmente a roupa que usavam no trabalho do campo." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Traje Domingueiro" alt="Traje Domingueiro" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_traje_domingueiro.jpg" width="170" height="128" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/missa.jpg" title=" À missa a mulher levava o véu e o homem o seu indispensável chapéu, tirando-o sempre que entrasse na Igreja ou em casa, pois era uma falta de respeito o uso do mesmo nestes locais. Note-se que era hábito as mulheres ocuparem os bancos cimeiros na igreja, enquanto os homens se sentavam para trás." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Missa" alt="Missa" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_missa.jpg" width="170" height="128" />
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		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/moleiro.jpg" title="O milho era uma componente essencial na alimentação de então. Os milheirais marcavam a paisagem, até à altura de apanhar as maçarocas. Depois, era nos moinhos de vento que o moleiro transformava o milho em farinha. Ao som do búzio, o moleiro avisava a população de que era dia de moer, ou que lhe faltavam moendas, isto é, sacos de pano onde era transportado o milho." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Moleiro" alt="Moleiro" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_moleiro.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/espirito_santo.jpg" title="No que diz respeito à vida religiosa, os açorianos têm uma devoção muito especial pelo Espírito Santo. Nesta altura, os cortejos compostos por quadros com varas e lanternas levavam o Divino até à igreja e depois até ao império onde eram servidas as sopas do Espírito Santo. Os membros da irmandade do Espírito Santo distinguiam-se no cortejo pelas suas opas brancas." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Espírito santo" alt="Espírito santo" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_espirito_santo.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/carpinteiro_0.jpg" title="Um dos ofícios comuns na época que o Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel  representa era o de carpinteiro. Aqui vemos um, utilizando a “enchoa”, uma das suas ferramentas de trabalho. " class="shutterset_set_1" >
								<img title="Carpinteiro" alt="Carpinteiro" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_carpinteiro_0.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/caboqueiro.jpg" title="Em Pedro Miguel, a pedra utilizada na construção era extraída da ribeira, pelos cabouqueiros. Estes retiravam a pedra com o auxílio de cunhas e do malho, e transportavam-na às costas, protegendo-se com uma saca de serapilheira, até uma zona do percurso onde pudessem ir carros de vacas ou carroças." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Cabouqueiro" alt="Cabouqueiro" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_caboqueiro.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/capote.jpg" title="De todo o trajar do Faial, o que mais impressiona os visitantes é o capote e capelo. Trata-se de um manto comprido, azul ferrete ou preto, ao qual está cosido um enorme capuz. Esta peça foi bastante usada até ao primeiro quartel do século XX, principalmente na cidade, por aqui ser mais funcional. Era uma peça muito cara, que fazia parte do enxoval das noivas da altura." class="shutterset_set_1" >
								<img title="Capote" alt="Capote" src="http://www.gfpedromiguel.pt/wp-content/gallery/trajes/thumbs/thumbs_capote.jpg" width="170" height="128" />
							</a>
		</div>
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