Trajes

Os trajes do Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel procuram testemunhar o que as pessoas da ilha do Faial vestiam nos finais do séc. XIX, princípios do séc. XX. Caracteriza-se pela simplicidade, reflectindo a vivência dos nossos antepassados. Assim, nosso trajar procura testemunhar as diversas ocupações de outrora, acompanhado dos devidos adereços, de forma a mostrar o melhor possível àqueles que nos vêem não apenas os nossos bailhos e músicas mas também o quotidiano das nossas gentes na época retratada. Esse carácter etnográfico é algo de que muito nos orgulhamos e trabalhamos com afinco na recolha de informação em fotografias da época e em conversas com pessoas que a viveram, para a representarmos o mais fielmente possível.

O campo fértil dos Açores foi sempre bom para a criação de gado bovino e para a prática da actividade agrícola. A maior parte da população faialense ocupava-se dessas funções, razão que explica o facto da maior parte dos trajes serem de lavradores e camponeses. Os trajes domingueiros, ou “de ver a Deus” – como na altura se dizia -, também estão presentes. O destaque vai, no entanto, para o capote e capelo, que será a principal referência de entre os trajes deste grupo, pelas suas características particulares.

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